Quem sou eu

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Olha a inflação aí, minha gente!

É, gente, parece grito de chamada de samba-enredo!

Mas infelizmente é algo mais!

Quem frequenta supermercados, contrata serviços de um modo geral, está sentindo no bolso os aumentos de preços!

E era previsível - a demanda por quase tudo está aumentando!

Mas não se pode violar a lei da economia envolvendo demanda-preço!

Já se avizinha um aumento na taxa selic e, talvez (duvido) uma contenção dos gastos do governo federal!

domingo, 25 de maio de 2008

E o fundo soberano? Parece que não vai sair!

Pelas últimas notícias, parece que o nosso "fundo soberano" não vai sair - pelo menos no formato como vinha sendo divulgado.

Podemos sonhar com um fundo soberano brasileiro no dia em que tivermos os 2 tipos de superávit: operacional e externo.

Atualmente, só temos - e não sabemos por quanto tempo! - o externo.

E temos um déficit operacional - o superávit dito primário não inclui os juros da dívida pública.

Assim, em virtude do déficit operacional, o governo gasta mais do que arrecada - aumentando a dívida pública ano após ano - mesmo pagando uma imensidão de juros!

sábado, 17 de maio de 2008

E o dólar?

Pois é, o governo deve - ou deveria estar - preocupado com a cotação do dólar por aqui.

O dólar muito baixo prejudica seriamente - pode até matar as empresas exportadoras.

O dólar baixo encarece os produtos exportados e barateia os produtos importados!

E não custa lembrar que os produtos exportados pelo Brasil têem uma carga tributária alta, sem falar do peso dos encargos na folha de pagamento.

A "sorte" do Brasil é que as "commodities" estão em alta no mercado internacional.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Fundo sobrerano!

Parece que o governo brasileiro vai lançar seu fundo soberano.

Muita calma nessa hora!

Penso que o Brasil está indo bem, mas daí a criar seu fundo soberano, vai uma distância grande.

A dívida pública interna é muito alta ainda.

E grande parte dela é indexada à taxa Selic - que atualmente é mais de 11% ao ano.

Fundo soberano é para países que estão com os fundamentos em um nível excelente - o Brasil está com os fundamentos em um nível bom apenas!

Só pra lembrar: apenas uma das grandes agências de risco elevou o Brasil à categoria de "investment grade" e, mesmo assim, ao grau BBB- , que é muito distante, ainda, do grau máximo!

Lembrando Roberto Campos: "Se uma coisa só existe no Brasil - e não é jaboticaba - deve ser besteira"! risos

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Investment grade - e agora?

O Brasil foi "promovido" à categoria de "investment grade", por umas das principais agências que aferem o risco de países e empresas.

E esse evento foi bastante alardeado pela mídia mundo afora!

E agora?

Vamos aguardar a evolução dos acontecimentos, lembrando que, nesse meio (mercado financeiro), não há bobos!

Além disso, esse tipo de evento - promoção à categoria de "investment grade" - já havia sendo previsto, o que, de certa forma, está precificado pelo mercado!

Novo blog no ar - mercado de energia elétrica!

Está no ar um novo blog: www.mercadoee.blogspot.com !

É destinado a professores, pesquisadores, profissionais e interessados em informações e discussões de assuntos relacionados ao Setor Elétrico, ao Mercado de Energia Elétrica e aos aspectos profissionais do Engenheiro Eletricista.

A coordenação é do prof Sandro Geraldo Bagattoli (sandrogb@furb.br), do Departamento de Engenharia Elétrica e Telecomunicações da FURB.


Dê uma olhada!

sábado, 12 de abril de 2008

Conjuntura econômica

O Brasil atravessa um boa fase na economia, com seus fundamentos em ótima situação!

Graças à manutenção - pelo governo Lula - da política econômica - do governo FHC - e também graças ao ciclo virtuoso da economia internacional.

Tanto é que, mesmo diante das turbulências atuais advindas da economia americana, o Brasil deve sofrer bem menos do que sofreria há pouco tempo atrás.

Temos reservas em moeda internacional em um nível jamais alcançado, a inflação sob controle e uma taxa de juros (embora alta) suportável.

Tem havido uma expressiva geração de empregos na faixa salarial mais baixa (menos de 1000 reais) e na faixa etária mais jovem: para o jovem (18-20) anos que quer começar a trabalhar, ele consegue, mesmo sem experiência (vide as redes de "fast-food").

Mas há muito o que se fazer ainda - e isso é quase uma unanimidade nacional.

Há, entretanto, muitos gargalos ainda a desobstruir, por exemplo: carga fiscal de cerca de 35%! burocracia desgraçada para abrir e tocar um negócio, CLT que torna caro o emprego (caro para o patrão, mas grande parte desse dinheiro gasto pela patrão não segue para o empregado) e insegurança jurídica.

Ah! E há ainda a questão do Brasil ser um estado patrimonialista (qualquer coisa, precisa-se de um "esquema" junto a alguém do governo - nas 3 esferas de governo).
Powered By Blogger