Aos poucos, a crise vai se estabilizando, ie, parando de piorar! rs
A economia está se adaptando ao nível menor de atividade econômica.
O comércio vendendo menos, a indústria idem e isso gerou um número grande de desempregados.
Vamos torcer para que voltemos a um ritmo de crescimento da economia sustentável, sem bolhas!
Pelo critério técnico, estamos em uma recessão, mas parece que o pior já passou.
Um tema que preocupa é com relação às contas públicas: a despesas públicas têm crescido - e vão continuar a crescer (pelo menos vegetativamente) enquanto que a arrecadação está em queda.
E, pior, o governo federal está sendo obrigado a reduzir o superávit primário - assim, a dívida pública interna (que estava crescendo a um ritmo controlável) pode voltar a subir a níveis que requeiram outro choque (plano econômico) na economia a médio prazo!
Esse filme nós já vimos outras vezes (planos Cruzado, Bresser, Collor e Real)!
A conferir, depois do resultado da eleição presidencial de 2010!
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Sadia e Perdigão!
Nasce uma multinacional gigante brasileira: a Brasil Foods!
Ótimo para o Brasil e para os donos das empresas!
Vamos torcer para que nós, consumidores, não paguemos mais pelas delícias que essas grandes empresas nos proporcionam!
E vamos torcer para que o processo de re-adequação do corpo funcional seja feito de forma o menos traumática possível!
Ótimo para o Brasil e para os donos das empresas!
Vamos torcer para que nós, consumidores, não paguemos mais pelas delícias que essas grandes empresas nos proporcionam!
E vamos torcer para que o processo de re-adequação do corpo funcional seja feito de forma o menos traumática possível!
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Sem novidades na crise!
Ainda não sabemos a profundidade da crise.
Que é séria, isso e´!
Mas, infelizmente, parece que os governos - em seus 3 níveis - estão mais preocupados com 2010!
Enquanto isso, o mercado vai se ajustando: p ex, no caso dos imóveis, está havendo uma lenta deflação - para a oferta se ajustar à demanda menor e com os compradores com menor renda.
Por outro lado, com a tendência de queda no rendimento das aplicações financeiras (poupança incluída) pode haver uma leve procura por ativos reais - embora a hora seja ainda de cautela (risco de desemprego da pessoa em si ou pessoas próximas).
Hora de atenção, cautela e evitar movimentos bruscos!
Que é séria, isso e´!
Mas, infelizmente, parece que os governos - em seus 3 níveis - estão mais preocupados com 2010!
Enquanto isso, o mercado vai se ajustando: p ex, no caso dos imóveis, está havendo uma lenta deflação - para a oferta se ajustar à demanda menor e com os compradores com menor renda.
Por outro lado, com a tendência de queda no rendimento das aplicações financeiras (poupança incluída) pode haver uma leve procura por ativos reais - embora a hora seja ainda de cautela (risco de desemprego da pessoa em si ou pessoas próximas).
Hora de atenção, cautela e evitar movimentos bruscos!
terça-feira, 14 de abril de 2009
Ações do governo x crise!
Ninguém sabe quando essa crise vai terminar nem mesmo se já chegamos ao fundo do poço.
A economia real - ao contrário da financeira - tem uma inércia maior, tanto para subir como pra descer.
Estamos assistindo ao governo se movimentando positivamente com diversas ações/pacotes para amenizar a situação: pacote habitacional, liberação de crédito via BNDES, reunião (infrutífera) com sindicatos para flexibilizar temporariamente a CLT etc etc.
Por outro lado, o governo dá sinais de desespero com a demissão intempestiva do presidente do Banco do Brasil e o anúncio confuso de alteração na rentabilidade da poupança.
E nós no meio desse turbilhão!
A economia real - ao contrário da financeira - tem uma inércia maior, tanto para subir como pra descer.
Estamos assistindo ao governo se movimentando positivamente com diversas ações/pacotes para amenizar a situação: pacote habitacional, liberação de crédito via BNDES, reunião (infrutífera) com sindicatos para flexibilizar temporariamente a CLT etc etc.
Por outro lado, o governo dá sinais de desespero com a demissão intempestiva do presidente do Banco do Brasil e o anúncio confuso de alteração na rentabilidade da poupança.
E nós no meio desse turbilhão!
segunda-feira, 30 de março de 2009
Crise e dívida pública interna!
Como era de se esperar, a crise vai contaminando quase todos os setores da economia brasileira.
Uma área crítica é a das contas públicas - em especial, o financiamento da dívida pública interna.
Como sabemos, embora se tenha tido um superávit primário, no quesito mais amplo (que inclui os juros da dívida pública interna) temos tido sistematicamente um déficit operacional: a dívida pública interna aumenta sempre!
Ocorre que há o sério risco de termos, a curtíssimo prazo, um déficit primário - aí a dívida pública interna vai aumentar a uma velocidade muito perigosa!
Essa piora se deve à combinação explosiva: aumento nos gastos correntes e redução na arrecadação (nos 3 níveis de governo), devida à redução na atividade econômica.
Não bastasse isso, com a taxa Selic reduzindo, os fundos de investimentos de renda fixa/DI (cujas carteiras incluem títulos da dívida) passam a ser ameaçados - em termos de rentabilidade - pelas cadernetas de poupança.
E, se houver uma debandada de aplicações desses fundos de investimentos de renda fixa/DI a rolagem da dívida pública interna correrá sério risco - perigo à vista!
Uma área crítica é a das contas públicas - em especial, o financiamento da dívida pública interna.
Como sabemos, embora se tenha tido um superávit primário, no quesito mais amplo (que inclui os juros da dívida pública interna) temos tido sistematicamente um déficit operacional: a dívida pública interna aumenta sempre!
Ocorre que há o sério risco de termos, a curtíssimo prazo, um déficit primário - aí a dívida pública interna vai aumentar a uma velocidade muito perigosa!
Essa piora se deve à combinação explosiva: aumento nos gastos correntes e redução na arrecadação (nos 3 níveis de governo), devida à redução na atividade econômica.
Não bastasse isso, com a taxa Selic reduzindo, os fundos de investimentos de renda fixa/DI (cujas carteiras incluem títulos da dívida) passam a ser ameaçados - em termos de rentabilidade - pelas cadernetas de poupança.
E, se houver uma debandada de aplicações desses fundos de investimentos de renda fixa/DI a rolagem da dívida pública interna correrá sério risco - perigo à vista!
sexta-feira, 20 de março de 2009
Estória sem fim!
Pois é, essa crise parece uma estória sem fim!
Os EU não param de imprimir dinheiro (trilhões de US$ - inflação no futuro?) e, por aqui, cortes no orçamento significativos (45 bilhões de R$).
Há necessidade de mais cortes por aqui, só que a maioria das despesas é "incomprimível" (salários de funcionalismo público federal (ativos e inativos) e previdência social (inss).
Outra grande despesa - pagamento de juros da dívida federal - vai sendo reduzida, pois grande parte é atrelada à taxa de juros (Selic) que está em queda.
Por outro lado, mesmo com o corte no orçamento, a queda brutal da arrecadação fará com que o superávit primário (que exclue os juros) seja reduzido, interrompendo, assim, a redução da dívida interna que vinha numa trajetória descendente.
O círculo vicioso está montado: economia em recessão (encolhendo) => demissões se aprofundando => menos vendas => mais demissões => arrecadação (nos 3 níveis de governo) diminuindo => superávit diminuindo => dívida aumentando etc etc etc
Enqto isso, pelo lado da despesa, há um aumento vegetativo considerável nos itens salários de funcionalismo público federal (ativos e inativos) e previdência social (inss).
E ninguém sabe quando chegaremos ao fundo do poço (tanto a nível mundial, como a nível de Brasil) .
Quem disser que sabe (quando chegaremos ao fundo do poço) está chutando e/ou tentando enganar o povo!
Os EU não param de imprimir dinheiro (trilhões de US$ - inflação no futuro?) e, por aqui, cortes no orçamento significativos (45 bilhões de R$).
Há necessidade de mais cortes por aqui, só que a maioria das despesas é "incomprimível" (salários de funcionalismo público federal (ativos e inativos) e previdência social (inss).
Outra grande despesa - pagamento de juros da dívida federal - vai sendo reduzida, pois grande parte é atrelada à taxa de juros (Selic) que está em queda.
Por outro lado, mesmo com o corte no orçamento, a queda brutal da arrecadação fará com que o superávit primário (que exclue os juros) seja reduzido, interrompendo, assim, a redução da dívida interna que vinha numa trajetória descendente.
O círculo vicioso está montado: economia em recessão (encolhendo) => demissões se aprofundando => menos vendas => mais demissões => arrecadação (nos 3 níveis de governo) diminuindo => superávit diminuindo => dívida aumentando etc etc etc
Enqto isso, pelo lado da despesa, há um aumento vegetativo considerável nos itens salários de funcionalismo público federal (ativos e inativos) e previdência social (inss).
E ninguém sabe quando chegaremos ao fundo do poço (tanto a nível mundial, como a nível de Brasil) .
Quem disser que sabe (quando chegaremos ao fundo do poço) está chutando e/ou tentando enganar o povo!
terça-feira, 10 de março de 2009
Onde é o fundo do poço?
Algumas teses já foram por água abaixo: descolamento da crise por parte dos emergentes, no Brasil seria só uma marolinha, pacote da China iria aliviar a crise etc etc etc.
E agora o leste europeu entra em crise, piorando mais ainda a situação da União Européia.
Essa crise pôs fim a uma escalada especulativa que - parecia - não ter fim.
Há alguns anos - não tão distantes assim - o então presidente do FED cunhou a expressão "exuberância irracional".
Era um alerta - dúbio, é verdade - ao qual não foi dada a devida atenção!
No Brasil, não sabemos ainda quando chegaremos e a que profundidade será o fundo do poço.
Os preço dos ativos (imóveis, carros usados, p ex) continuam a despencar - a Bolsa continua a cair, havendo momentos de alta - aparentemente - artificial.
O momento é de expectativa, análise e atenção!
E agora o leste europeu entra em crise, piorando mais ainda a situação da União Européia.
Essa crise pôs fim a uma escalada especulativa que - parecia - não ter fim.
Há alguns anos - não tão distantes assim - o então presidente do FED cunhou a expressão "exuberância irracional".
Era um alerta - dúbio, é verdade - ao qual não foi dada a devida atenção!
No Brasil, não sabemos ainda quando chegaremos e a que profundidade será o fundo do poço.
Os preço dos ativos (imóveis, carros usados, p ex) continuam a despencar - a Bolsa continua a cair, havendo momentos de alta - aparentemente - artificial.
O momento é de expectativa, análise e atenção!
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