Governar é decidir o que é mais importante para o país: as demandas são infinitas enquanto que os recursos são finitos - e, no caso do Brasil, são escassos!
Para ficar só no mais óbvio: saúde, educação, moradia são áreas em que a carência é brutal em nosso país.
Assim, fica difícil achar que esse mega-negócio militar com a França é prioritário para o Brasil de hoje!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Mercado de trabalho!
O mercado de trabalho está cada vez mais exigente por um lado e oferecendo menos, por outro.
Já vinha assim antes da crise e agora está mais perverso!
Com muita oferta de mão-de-obra, as empresas ficam numa situação confortável, pois há um "banco de trabalhadores" lá fora sem emprego, querendo trabalhar.
E quem está trabalhando fica numa pressão enorme, à mercê do patrão: ambos sabem que lá fora há um monte de gente querendo - e disposta a - trabalhar com até menos regalias do que os que estão trabalhando.
Muito triste essa desvalorização do trabalho!
Já vinha assim antes da crise e agora está mais perverso!
Com muita oferta de mão-de-obra, as empresas ficam numa situação confortável, pois há um "banco de trabalhadores" lá fora sem emprego, querendo trabalhar.
E quem está trabalhando fica numa pressão enorme, à mercê do patrão: ambos sabem que lá fora há um monte de gente querendo - e disposta a - trabalhar com até menos regalias do que os que estão trabalhando.
Muito triste essa desvalorização do trabalho!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Dólar baixo: perigo!
Com o dólar baixo- bem abaixo de 2 reais - as exportações brasileiras, em especial as de mais valor agregado (manufaturados e semi-manufaturados) estão despencando: deixam de ser competitivas no extremamente acirrado mercado externo!
Com a crise mundial temos 2 agravantes: a demanda está menor e os outros países concorrentes têm de ser mais agressivos em suas políticas de preços/financiamento.
No Brasil, a combinação de carga tributária elevada + encargos trabalhistas também elevados prejudica - e muito - a concorrência dos produtos exportados do Brasil.
Com o dólar baixo, então, temos uma estaca no coração do setor!
Vamos aguardar os próximos lances dessa guerra!
Com a crise mundial temos 2 agravantes: a demanda está menor e os outros países concorrentes têm de ser mais agressivos em suas políticas de preços/financiamento.
No Brasil, a combinação de carga tributária elevada + encargos trabalhistas também elevados prejudica - e muito - a concorrência dos produtos exportados do Brasil.
Com o dólar baixo, então, temos uma estaca no coração do setor!
Vamos aguardar os próximos lances dessa guerra!
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Crise política e a economia!
A confusão no Senado (onde o ex-presidente Sarney é a bola da vez) acaba tirando o foco da Economia.
E a Economia vai seguindo - afinal, as pessoas têm de viver - em um nível de relativa estagnação.
Um grande problema (além do desemprego crescente, que é grave!) diz respeito às contas públicas - motivo de um post anterior.
Mas isso (problema nas contas públicas) vai cair no colo do próximo presidente - o atual parece não estar preocupado com esse problema!
E a Economia vai seguindo - afinal, as pessoas têm de viver - em um nível de relativa estagnação.
Um grande problema (além do desemprego crescente, que é grave!) diz respeito às contas públicas - motivo de um post anterior.
Mas isso (problema nas contas públicas) vai cair no colo do próximo presidente - o atual parece não estar preocupado com esse problema!
segunda-feira, 13 de julho de 2009
As contas públicas e o médio prazo!
Aparentemente passado o pior da crise (embora os efeitos vão continuar aparecendo, mas de uma forma gradual, sem picos!), uma preocupação grande é com as contas públicas.
A arrecadação segue em baixa ao passo que os gastos correntes seguem em alta.
O superávit primário (receitas menos gastos - sem incluir as despesas com juros) tem diminuído, fazendo com que a dívida pública federal interna aumente mês a mês!
Isso quer dizer: está montada uma bomba relógio a médio prazo - depois de 2010, já com um novo presidente!
A arrecadação segue em baixa ao passo que os gastos correntes seguem em alta.
O superávit primário (receitas menos gastos - sem incluir as despesas com juros) tem diminuído, fazendo com que a dívida pública federal interna aumente mês a mês!
Isso quer dizer: está montada uma bomba relógio a médio prazo - depois de 2010, já com um novo presidente!
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Daqui pra frente!
Embora o pico da crise aparentemente tenha passado, é necessário que o governo vá administrando os efeitos da crise.
Do ponto de vista das contas públicas, o estrago segue aumentando: arrecadação em queda, gastos correntes não param de crescer, ocasionando um aumento da dívida pública interna.
E com uma agravante: com o PIB em queda, a relação dívida/PIB (que estava estabilizada) volta a crescer: uma bomba relógio - de efeito retardado - está sendo montada!
Com relação à economia visível, estamos nos adaptando a um nível de atividade econômica mais baixo, com um nível de desemprego/subemprego em alta.
Some-se a isso um ingrediente político (eleição presidencial em 2010) e temos uma situação extremamente complexa daqui pra frente!
Do ponto de vista das contas públicas, o estrago segue aumentando: arrecadação em queda, gastos correntes não param de crescer, ocasionando um aumento da dívida pública interna.
E com uma agravante: com o PIB em queda, a relação dívida/PIB (que estava estabilizada) volta a crescer: uma bomba relógio - de efeito retardado - está sendo montada!
Com relação à economia visível, estamos nos adaptando a um nível de atividade econômica mais baixo, com um nível de desemprego/subemprego em alta.
Some-se a isso um ingrediente político (eleição presidencial em 2010) e temos uma situação extremamente complexa daqui pra frente!
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Recessão?
Aos poucos, a crise vai se estabilizando, ie, parando de piorar! rs
A economia está se adaptando ao nível menor de atividade econômica.
O comércio vendendo menos, a indústria idem e isso gerou um número grande de desempregados.
Vamos torcer para que voltemos a um ritmo de crescimento da economia sustentável, sem bolhas!
Pelo critério técnico, estamos em uma recessão, mas parece que o pior já passou.
Um tema que preocupa é com relação às contas públicas: a despesas públicas têm crescido - e vão continuar a crescer (pelo menos vegetativamente) enquanto que a arrecadação está em queda.
E, pior, o governo federal está sendo obrigado a reduzir o superávit primário - assim, a dívida pública interna (que estava crescendo a um ritmo controlável) pode voltar a subir a níveis que requeiram outro choque (plano econômico) na economia a médio prazo!
Esse filme nós já vimos outras vezes (planos Cruzado, Bresser, Collor e Real)!
A conferir, depois do resultado da eleição presidencial de 2010!
A economia está se adaptando ao nível menor de atividade econômica.
O comércio vendendo menos, a indústria idem e isso gerou um número grande de desempregados.
Vamos torcer para que voltemos a um ritmo de crescimento da economia sustentável, sem bolhas!
Pelo critério técnico, estamos em uma recessão, mas parece que o pior já passou.
Um tema que preocupa é com relação às contas públicas: a despesas públicas têm crescido - e vão continuar a crescer (pelo menos vegetativamente) enquanto que a arrecadação está em queda.
E, pior, o governo federal está sendo obrigado a reduzir o superávit primário - assim, a dívida pública interna (que estava crescendo a um ritmo controlável) pode voltar a subir a níveis que requeiram outro choque (plano econômico) na economia a médio prazo!
Esse filme nós já vimos outras vezes (planos Cruzado, Bresser, Collor e Real)!
A conferir, depois do resultado da eleição presidencial de 2010!
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